Dom Orani descreve a identidade do discípulo missionário como um reflexo do amor sacrificial de Jesus, enfatizando que a verdadeira dignidade cristã exige um amor absoluto e prioritário a Deus. O texto estrutura-se em torno da aceitação da cruz, esclarecendo que o sofrimento compartilhado com o Cristo não é um fardo solitário, mas um caminho para a paz verdadeira, que desafia o mal e se fundamenta na justiça.
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